O extremo carregado
Quatro filas de botões à volta do tigre
No Tiger Games: Tiger Simulator, à volta do animal ficam um minimapa, duas barras segmentadas, um contador Hunt 19/25, cinco estrelas douradas e um contador ARMY 30. Depois, uma coluna de nove ícones à esquerda com silhuetas de felinos e um símbolo feminino, uma coluna à direita com gota de água, Zzz, cria e casa, e uma fila inteira ao fundo: balão de conversa, wi-fi, mapa, pergaminho, naco de carne, caveira, osso, olho e pata.
Um ecrã assim não é descuido. É um jogo que pôs tudo à vista para que nada precise de menu, e o preço é que o tigre ocupa um terço do ecrã.
Contadores com nome
MISTAKES 3/10
No Tiger Game 3D Family Simulator, por baixo de uma barra de vida feita de oito blocos coloridos, há uma caixa escrita MISTAKES com o valor 3/10. Nenhuma outra ficha da lista conta erros. O que conta como erro, não se sabe.
Etiquetas por baixo
View, Sprint/Boost, Map
O Tiger Life Simulator Jungle 3D é o único que escreve a função por baixo de cada botão, em inglês. Do lado direito tem ainda uma roda de silhuetas — veado, crocodilo, coelho, lobo — que parece servir para escolher o alvo.
O extremo sóbrio
Joystick e mais nada
O Wild Tiger Simulator mostra um nome, uma barra amarela, o saldo em 1000 com um botão de somar, a pausa, o joystick e quatro ícones pequenos. Os cadros parecem arte de promoção com o interface colado por cima, mas é o que a ficha publica.
Quem não mostra nada
As fichas sem interface visível
O Tiger Simulator e as outras duas do mesmo estúdio mostram as barras do topo e mais nada — nem joystick nem botões. É possível que o jogo se comande por toque no cenário, e é possível que o interface tenha sido apagado para a montra. Não sabemos qual das duas.